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ALDEIAS TIPICAS
     

Nas serras a vida corre ao sabor da calmaria do tempo e num espaço que chega para que todos vivam em harmonia com a natureza e é desta que se extrai o xisto para construir as casas típicas, das típicas aldeias da Pena, do Fujaco, de Covas do Monte ou Covas do Rio.
Aldeias abençoadas pelas centenárias capelas de S. Macário de cima e a ermita S. Macário de baixo.
Todo este maciço montanhoso do “Monte Magaio” vive envolto em tradições, rituais, mitos, lendas, crenças de cabras que matam lobos, de serpentes que comem homens e de santos que transportam brasas acesas nas mãos, cujas memórias não se apagaram no correr dos novos tempos.

ALDEIA TÍPICA DA PENA

Serra e Aldeias Serra e Aldeias Serra e Aldeias

Serra e Aldeias Serra e Aldeias

Chegar à mítica aldeia da Pena é só para destemidos. É que a estrada que encaminha para este local é íngreme e nela só passa um carro de cada vez, apesar de ter dois sentidos. Não se assuste com a primeira aventura porque depois de descer às profundezas, é garantido: a visita vale bem a pena! Toda a aldeia convida à contemplação, com o seu enquadramento único na paisagem aliado ao casario típico. O bem preservado casario de xisto e ardósia observa-se logo desde o cimo do monte, oferecendo um cenário único e inspirador.

Localizada mesmo no coração do maciço da Gralheira, esta é uma zona agreste, de tal forma que sobre a aldeia domina a sombra, já que o sol chega ao casario apenas poucas horas por dia. A falta de luz natural, principalmente no inverno, quando há apenas três horas diárias, não retira a este local a sua beleza singular. Perca-se, por isso, pelos caminhos estreitos, olhe em redor e inspire-se neste recanto escondido pelos montes, que produz tão belas habitações onde ao logo dos anos foi vivendo uma população combativa.

A Adega Típica da Pena serve na aldeia as iguarias da gastronomia local: o presunto, o queijo da serra, e os enchidos, mas também pratos mais densos como feijoada, arroz de cabidela de galinha, cozido à portuguesa à moda da Pena, vitela assada no forno a lenha e borrego assado com batatas, sempre na boa companhia de vinho verde. À sobremesa não deixe de provar o doce de sopa seca e as filhós da Pena. Vai querer levar para casa uma recordação desta encantadora aldeia! Além da adega, há outras lojas que vendem de artesanato local, como as miniaturas representativas da aldeia, em madeira e xisto, ou a cera do favo de mel, cortado em tiras e utilizado para fazer velas.

Locais a visitar:

- Serra de São Macário
- Miradouro da Serra de São Macário
- Capela de Santo Inácio de Utopia (Aldeia da Pena)
- Serra da Gralheira
- Artesanato Augusta

ALDEIA TÍPICA DO FUJACO

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Fujaco é uma localidade portuguesa que faz parte da freguesia de Sul, distrito de Viseu. Tem cerca de 30 a 50 habitantes, cujas idades situam-se, em média, acima dos 40 anos.

A aldeia situa-se numa encosta da Serra da Arada, serra esta onde também se situa o Monte de São Macário com 1052 metros de Altitude. As habitações possuem as tradicionais paredes de xisto e teto coberto com lousa. Os habitantes dedicam-se, sobretudo, à agricultura (milho, batata, feijão, vinha), à criação de gado (ovelhas e cabras) e também à apicultura.

A flora é constituída por castanheiros, oliveiras, pinheiros, sobreiros, urzes e giestas. A fauna compõe-se, sobretudo, por javalis, raposas, doninhas, fuinhas, águias e pequenos roedores.

A população desta aldeia típica tem vindo a diminuir ao longo dos últimos anos pois os mais jovens emigraram para o estrangeiro ou para as zonas litorais à procura de melhores condições de vida, regressando à sua terra, sobretudo, durante as épocas festivas para reviver o passado e se reencontrarem com os seus conterrâneos.

As festas do Fujaco em honra da Nossa Senhora dos Remédios realizam-se a 8 de Setembro.

ALDEIA TÍPICA DE COVAS DO MONTE

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Para chegar à aldeia de Covas do Monte, em S. Pedro do Sul, é preciso percorrer um caminho sinuoso mas de rara beleza, atravessando a serra da Freita e vislumbrando as de Montemuro e da Gralheira. O passeio vale por si só, mas o melhor está ainda para chegar! Situada na serra de São Macário, Covas do Monte está a 450 metros de altitude, pelo que aqui se respira um ar puríssimo. A paisagem verdejante, com montanhas a toda a volta, a que ninguém fica indiferente, é pontuada por rebanhos, criando um cenário bucólico. Por aqui abaixo corre água fresquíssima, encaminhada para a aldeia e distribuída pelos campos através de um regadio tradicional.

Encaixada nos montes, a aldeia fica no sopé da montanha e oferece um passeio único por entre as suas ruas estreitas e sinuosas e o aglomerado de casas, quase todas construídas em xisto e com telhados lousa. Observe a forma como se distribuem e se enquadram, perfeitamente, na paisagem! Animais e pessoas convivem lado a lado, nessa pequena povoação que vive da pastorícia. É que além de cabras e ovelhas, também as vacas saem diariamente para se deliciarem com as pastagens frescas dos montes. Ao fim da tarde, regressam, e cada uma parece conhecer o caminho para casa, num ritual que se repete e a que vale a pena assistir, ou não fosse este um retrato raro do país rural.

De destacar que os enchidos e a carne de qualidade desta aldeia são marcas da gastronomia local. O restaurante da aldeia – Restaurante da Associação dos Amigos de Covas do Monte – que é obrigatório conhecer, é, aliás, local de romaria ao fim de semana. Instalado numa antiga escola primária, oferece uma bonita vista para a serra e uma ementa com pratos característicos da região. Não deixe de degustar o cabrito da Gralheira e a vaca Arouquesa, raças autótone e certificadas.

Locais a visitar:

- Portal do Inferno
- Capela de Santa Bárbara
- Trilho dos Pastores
- Serras do Monteduro e Gralheira
- Capela de S. Macário

ALDEIA TÍPICA DE COVAS DO RIO

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Na base da Serra de São Macário existe uma aldeia sede de freguesia, Covas do Monte, a cerca de 24km de distância da sede de concelho, S. Pedro do Sul. Esta freguesia engloba as localidades de Campo Grande, Serraco, Deilão, Bordozedo, Covas do Monte, Fragozelas e Pena.

Acredita-se que terá existido, onde hoje se situa a sede, um primitivo povoamento da época lusitano–romana. Alguns lugares desta freguesia aparecem mencionados desde os princípios da nacionalidade, ou até mesmo anteriormente.

Inserida na Serra de São Macário, a sua localização confere à localidade a sua beleza paisagística. Este facto é, em parte, responsável pelo seu isolamento e consequente decréscimo da população, motivo que tem vindo a influenciar a diminuição do número de habitantes nesta aldeia.

Os marcos mais importantes para a modernização desta aldeia surgiram já nos fins do século XX. Na década de 1980 chegou o asfalto e a eletricidade, sendo preciso aguardar mais década e meia pela chegada da água canalizada.

As habitações mais antigas de Covas do Rio são, maioritariamente, em xisto, com cobertura em ardósia (lousa). Os materiais empregues na construção de novas habitações, principalmente a partir do final do século XX, é o betão e a telha.

A principal atividade dos seus habitantes é a agricultura e a criação de animais, em grande parte, para consumo próprio.

ALDEIA TÍPICA DE MANHOUCE

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Manhouce é uma freguesia portuguesa do concelho de S. Pedro do Sul, com 40,53km² de área e 647 habitantes (2011). A sua densidade populacional é 16 hab/km².

Manhouce fica, entre Aveiro e Viseu, no maciço da Gralheira, em São Pedro do Sul.

Ainda são terras de São Pedro do Sul, mas quase Arouca, a dois passos de Vale de Cambra, sempre por caminhos de Serra. Centro de um polígono de Santos Populares célebres: São Macário, Santa Mafalda, Senhora da Saúde e até o Senhor da Pedra, lá tão longe à beira-mar.

Manhouce era atravessado por uma via romana que, saindo do Porto, passava por ali, rumo a Viseu. Sensivelmente a meio caminho entre as duas cidades, esta aldeia era local obrigatório de pernoita de recoveiros e almocreves que por lá passavam e estabeleciam o intercâmbio sócio-cultural entre as gentes do litoral e do interior. Por isso a sua etnografia tem muitas influências do Douro e da Beira Litoral.

Locais a visitar:

- Ponte da Barreira sobre a Ribeira de Vessa
- Ponte de Manhouce
- Capelas dos Enfermos, de Carregal e de Vilarinho do Monte
- Zona arqueológica da Gralheira
- Cruzeiro da Independência
- Cales de Gestoso
- Anta de Manhouce
- Alminhas da Bondança
- Poço Negro
- Quedas-d'água do rio Teixeira
- Minas das Chãs
- Lagoa da serra da Freita
- Casas da Benta, de montanha de Manhouce, de montanha de Vendas, de montanha de Ucha, de montanha de Gestodo e de montanha de Juncal
- Vestígios de via romana
- Anta do Juncal
- Necropóles do Juncal e do Alto do Barro Vermelho
- Estrada dos Almocreves

 

 
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